Dúvidas Frequentes

Penitenciária Federal em Mossoró

Compartilhe

A Penitenciária Federal de Mossoró é uma penitenciária inaugurada no dia 3 de julho de 2009, no município brasileiro de Mossoró, no estado do Rio Grande do Norte

Publicidade

 É uma unidade prisional de segurança máxima localizada na cidade de Mossoró, no estado do Rio Grande do Norte . É uma das cinco unidades prisionais federais de segurança máxima do país, destinadas a abrigar presos considerados de alta periculosidade ou com envolvimento em organizações criminosas.

Essas unidades prisionais têm como objetivo principal isolar os líderes de facções criminosas e indivíduos de alto risco, reduzindo assim a influência desses grupos dentro do sistema prisional e prevenindo possíveis ataques coordenados de dentro das prisões.

O Presídio Federal de Mossoró possui uma estrutura robusta de segurança, com medidas rigorosas para evitar fugas e garantir a ordem interna. A administração e o controle da unidade são de responsabilidade do Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública do Brasil.

Devido à sua natureza de segurança máxima, o acesso ao Presídio Federal de Mossoró é restrito.

Veja como funciona uma penitenciária federal e as diferenças ...

Segundo a assessoria do Ministério da Justiça, todas as penitenciárias federais possuem 208 celas. Por questões de segurança, a pasta não informa a ocupação atual de cada uma delas.

Saiba a diferença entre VIVÊNCIA  e RDD nos presídios federais

  1. Vivência: Nas áreas de vivência dos presídios federais, os detentos convivem em celas coletivas ou galerias. Nesses espaços, eles compartilham áreas comuns, como refeitórios, banheiros, áreas de recreação e convivem entre si durante a maior parte do dia. A vivência é mais comum para detentos que não apresentam comportamento de alta periculosidade ou que não estão sujeitos a medidas disciplinares extremas. A convivência em espaços coletivos pode variar em termos de segurança e supervisão, mas geralmente visa promover interação social e ocupação do tempo dos detentos.

  2. RDD (Regime Disciplinar Diferenciado): O RDD é uma medida disciplinar extrema aplicada em presídios federais a detentos considerados de alta periculosidade ou que representam risco à segurança dentro do sistema prisional. No RDD, os presos ficam isolados em celas individuais por até 22 horas por dia, com direito a apenas duas horas de banho de sol em local isolado. Esse regime é mais restritivo e tem como objetivo isolar os detentos considerados mais perigosos, evitando contato com outros presos e minimizando sua influência dentro do presídio. O RDD é uma medida temporária e pode ser aplicada por períodos renováveis, dependendo do comportamento do detento e da avaliação de segurança da instituição

acordo com o Ministério da Justiça, o buraco foi feito na região da luminária da cela, na parte

 

Buraco na parede da cela de onde saíram fugitivos do presídio de segurança máxima de Mossoró — Foto: Divulgação

Os dois homens são ligados ao Comando Vermelho, facção de Fernandinho Beira-Mar, que também está preso unidade federal de Mossoró. Os nomes deles estão na lista da Interpol, a polícia internacional.

A fuga na madrugada da última quarta-feira foi a primeira registrada na história do sistema penitenciário federal, criado em 2006.

Os criminosos escaparam da mesma maneira, fazendo um buraco na luminária da parede. Como fugiram juntos, a suspeita é de que

  • os dois possuíam ferramentas que foram usadas para fazer os buracos
  • os dois conseguiram manter contato para que a fuga ocorresse de maneira coordenada, ao mesmo tempo
Publicidade

 

A audácia dos fugitivos em escapar de um presídio federal, como o de Mossoró, expõe vulnerabilidades significativas no sistema de segurança prisional.

Presídios federais são conhecidos por suas medidas de segurança extremamente rigorosas, incluindo vigilância contínua, tecnologia de ponta e procedimentos operacionais estritos. Uma fuga bem-sucedida de tal estabelecimento sugere um planejamento meticuloso e a exploração eficaz de falhas no sistema de segurança.

O fato de os fugitivos ainda não terem sido encontrados aumenta a gravidade da situação, demonstrando a possibilidade de que eles tenham planejado não apenas a fuga, mas também as etapas subsequentes para evitar a recaptura. Isso pode incluir redes de apoio externas, uso de identidades falsas e outras táticas para se manterem fora do alcance das autoridades. A dificuldade em localizar esses indivíduos após a fuga ressalta os desafios enfrentados pelas forças de segurança em monitorar e capturar fugitivos, especialmente quando eles têm recursos ou apoio para se manterem escondidos.

Para a força-tarefa responsável pelas buscas, tudo leva a crer que os dois fugitivos ainda estão na área. Um raio de 15 km em torno do presídio está sendo vasculhado. As buscas, agora, concentram-se na área onde as pegadas e peças de roupa foram achadas.

Publicidade

Ao todo, mais de 300 agentes de segurança estão trabalhando para recapturar os fugitivos. Estão empenhados

  • 100 agentes da Polícia Federal;
  • 100 agentes da Polícia Rodoviária Federal;
  • 100 agentes das forças policiais locais (civil e militar);
  • 3 helicópteros (1 da PRF, 1 da PF e 1 da Secretaria de Segurança Pública do RN);
  • Drones (com equipamentos termais) e cães farejadores.

intensificam buscas de fugitivos em cidade na divisa com o Ceará

Esse é o sexto dia da operação de buscas que mobiliza 500 homens das forças de segurança.Movimentação de policiais na entrada de Baraúna, cidade na divisa com o Ceará — Foto: Gustavo Brendo/Inter TV Cabugi

Movimentação de policiais na entrada de Baraúna, cidade na divisa com o Ceará

As forças de segurança intensificaram as buscas por Rogério Mendonça e Deibson Nascimento – fugitivos da Penitenciária Federal de Mossoró – na região de Baraúna, cidade na divisa com o Ceará. Esta segunda-feira (19) é o sexto dia de buscas.

A fuga aconteceu na última quarta-feira e é a primeira registrada na história do sistema penitenciário federal, desde sua criação em 2006.

As buscas acontecem em uma área de mata na zona rural. Em visita a Mossoró neste domingo (18), o ministro da Justiça e da Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, alegou que a complexidade do terreno é um ponto de dificuldade para os trabalhos. Também afirmou que não há prazo para a captura dos presos.

O terreno é complexo, coberto por mata, em uma zona rural e com uma área extensa. Além de ter rodovias, existem vias e pequenas estradas. O local tem casas esparsas. É um trabalho de busca complexo.

 

A operação conta com helicópteros, drones, cães farejadores e outros equipamentos tecnológicos sofisticados, além de mais de 500 homens das forças de segurança estaduais e federal.

No fim da tarde de domingo (18), houve uma intensa movimentação de policiais, inclusive com uso do helicóptero, em uma propriedade privada em Baraúna, mas nada foi encontrado.

Os criminosos foram vistos pela última vez na noite de sexta-feira (16) quando invadiram uma casa, fizeram os moradores reféns, jantaram e fugiram levando dois celulares, comida e água.Movimentação de policiais em uma propriedade rural de Baraúna em busca dos fugitivos de Mossoró — Foto: Gustavo Brendo/Inter TV Cabugi

Movimentação de policiais em uma propriedade rural de Baraúna em busca dos fugitivos de Mossoró

E até agora dia 19/02 os presos não foram recapturados.

 

Penitenciária federal de Brasília
CPP Centro de Progressão penitenciária Nova Cidade

Nossos Cursos

curso gratuito geladinho gourmet escola brasil livre

Geladinho Gourmet

curso gratuito canva turbo escola brasil livre

Canva Turbo

curso gratuito iogurte caseiro escola brasil livre

Iogurte Caseiro

Conteúdos Similares